sexta-feira, 14 de setembro de 2007

O casamento -Terceira parte

Sai do jardim secreto com muito cuidado para q nenhum dos criados notasse minha presença naquele lugar atravessei o jardim da velha arvore entrei em minha mansão e fui direto até a biblioteca tranquei as portas sentei-me confortavelmente em minha poltrona e abri o diário e então li... '' 27 de outubro de 1752 domingo Hoje visitei o parque com minha família como costumeiramente fazemos todos os odiosos fins de semana porem.. hoje encontrei alguém que tornou meu odioso dia extremamente belo, avistei-o quando passeava tediosamente á beira do lago como sempre fazia, lá estava ele como uma ilusão, uma fantasia de um sonho de ópio olhava-me e após alguns segundos decidiu apresentar-se, foi até mim e disse-me seu nome, Henri Klaus. Minha mãe havia destraido-se com algumas senhoras e meu pai provavelmente estava jogando algum jogo com seus amigos, isso nos deu tempo suficiente para que sumíssemos para um passeio em outra parte do parque, passamos praticamente a tarde toda conversando sobre os mais diversos assuntos esta tarde foi provavelmente uma das mais agradáveis q assei mesmo estando naquele maldito parque a este ponto da leitura adormeci e sonhei com Amy ela me mostrava um retrato seu pendurado no sótão da casa nele seu rosto parecia amargurado e com uma nítida expressão de tristeza ela me pedia para retirá-lo da parede e então despertei já há poucas horas para o amanhecer ainda com o diário nas mãos decidi folhear mais algumas paginas ''12 de dezembro 1752 sexta-feira apos muitos encontros com Henri decidimos nos encontrar esta vez á noite e passearmos pela cidade assim como combinado Henri vira buscar-me quando todas as luzes da mansão se apagarem então eu o esperarei na janela de meu quarto agora irei me recolher para q todos pensem que esta será uma noite como as outras''. ''13 de dezembro 1752 sábado Henri veio ao meu encontro como combinamos desci as escadas silenciosamente e sai pela porta dos fundos para q ninguém notasse minha fuga tranquei calmamente as portas de meu quarto então saímos da mansão visitamos o cemitério de meus familiares no jardim secreto e eu mostrei a ele os túmulos de meus ancestrais contei a ele que aquele lugar trazia-me paz mas ha somente um segredo que jamais poderei contar-lhe e como eu desejo poder ao fim de nosso passeio voltamos á mansão e ele beijou-me meu coração disparou e nada mais existia alem de nos dois então regressei a meu leito e adormeci’’.

For all eternety

saudades...
do unico que não mais posso ver
não mais posso prometer que um dia tambem direi que amo
pois mesmo que ame não mais poderei dizer
e nem ao menos prometer
que um dia verei
ou sequer olharei em teus olhos para dizer
o que a tempos, breves tempos, ouvi dizer
amo-te... mesmo que a ti não mais possa ver.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

O casamento -segunda parte

''Apos algumas horas acordo novamente em meu leito com a esperança de q tudo tenha sido apenas um sonho porem ao olhar para minhas vestes vejo que estou com a mesma roupa q havia posto para ir ao jardim assustado chamei a criada e pergunto-lhe: -acaso sabes por qual razão encontro-me nestes trajes? uma expressão de espanto toma sua face ao ouvir minha pergunta responde-me: - desculpe-me senhor, mas o senhor deveria saber... hoje pela manha saiu as pressas para o jardim ainda em jejum ficaste quase toda manha por lá e nos lhe encontramos desacordado nas raízes da árvore q fica perto do banco do jardim... não se lembra? e eu ainda mais assustado respondo-lhe: -não, não consigo lembrar-me. a criada agora mais tranqüila ajeita meu leito e diz: -descanse um pouco senhor deves ter batido a cabeça na queda. e retira-se do quarto. ainda espantado com o que aconteceu-me e bastante confuso decido olhar para a janela na qual eu havia visto aquela misteriosa figura naquela noite ao direcionar meu olhar a janela a mesma se abre repentinamente e um vento forte invade o quarto junto com ele um cheiro suave de flores do campo mas logo o vento cessa e as janelas fecham-se novamente ainda mais espantado do que antes eu tinha agora certeza de que aquele jardim não havia sido um devaneio ou sonho porem encontrava-me ainda muito fraco e decidi dormir pois já se passavam das 10 da noite e pela manha eu procuraria os vestígios do jardim secreto adormeci e sonhei com o jardim misterioso quando a noite já se despedia e novamente os primeiros raios de sol surgiam fui acordado por uma voz doce cantando uma estranha musica e ao abrir os olhos vejo novamente a silhueta esguia que pensei ter visto na janela no dia anterior desta vez olha olhava-me como que encantada ao ver-me dormir um sorriso doce tomava seu belo rosto, ela olhou-me abriu a janela e saltou...
estávamos em um dos andares mais altos da casa levantei-me depressa para ver o que havia acontecido com a bela dama e ao olhar para fora da janela não vejo se quer uma alma viva então decido descer e ir até o jardim o dia anterior havia facilitado minhas tarefas esta manha pois havia adormecido com o mesmo traje do ontem, desci as escadarias silenciosamente e abri a porta devagar para que nenhum criado suspeitasse de minhas escapadas até o jardim secreto. sentei-me no banco da velha árvore e esperei um raio de sol tocar a porta secreta na cerca viva esperei pacientemente ate que consegui ver novamente a antiga porta, dirigi-me ate a entrada desci a escada no solo e me espremi na abertura da antiga porta, a mesa em ruínas estava como da ultima vez.. abandonada com todas as xícaras e talheres no mesmo lugar andei ate a fonte e da fonte ate o velho portão então para meu e completo espanto a pesada corrente q mantinha o portão trancado encontrava-se no chão ao lado do antigo portão, então abri vagarosamente o portão que rangia horrivelmente, deparei-me com uma espécie de cripta de mármore negro onde se lia: Á bela Amy Martremont amada esposa. em uma das extremidades da cripta havia uma fotografia muito antiga em um porta-retrato coberto de poeira e teias de aranha limpei um pouco da poeira com a mão e vi o rosto gravado um frio congelante tomou conta de minha espinha quando olhei para aquele rosto em cima do tumulo pois aquele era o corpo que descansava na cripta de mármore negro pois aquele era o corpo que descansava na cripta de mármore negro aquele rosto era da bela figura que me visitara nas ultimas noites aquela era Amy martremont um cadáver um fantasma espantado com o que via não podia mover-me por alguns instantes quando recuperei-me de meu estado de pânico percebi outras criptas e túmulos então me dei conta de onde estava aquele belo vale era um cemitério medieval noto muitos outros retratos da mesma época que aquele então noto uma cripta q antes não havia visto ao lado da cripta de Amy um tumulo simples sem inscrição nem retrato apenas um singela frase onde se lia... '' aqui enterro meus sonhos'' em cima do singelo tumulo havia um livro muito velho de paginas corroídas pelo tempo com uma capa negra e também coberta de poeira peguei-o e limpei um pouco da poeira q tudo cobria por lá e li então na negra capa já quase apodrecida, Amy Martremont era tudo o que podia se ler abri então o livro e vi q se tratava de um diário fechei-o novamente e o coloquei dentro de meu casaco''.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Sábios porcos-espinhos" Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha: Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. Sobreviveram!!!!! MORAL DA HISTÓRIA: O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue perdão pelos próprios defeitos

sábado, 1 de setembro de 2007

O casamento

Eu me encontrava deitado em meu leito já quase adormecido Quando o silencio profundo da noite Foi rasgado por um grito alucinante que me congelou a espinha E me despertou imediatamente Assustado olhei a minha volta e encontrei meu quarto totalmente vazio E o silencio recuperado sem o mínimo registro de eco ou coisa parecida Talvez minha mente pregara-me uma peça Pois me encontrava entorpecido de um estado de sono leve Porem não conseguia tirar aquele grito alucinado de minha cabeça Pois o pavor ainda me dominara Após um longo tempo em silencio O sono volta a tormar-me E adormeço no mais profundo sono Durante a noite, calmamente relaxado em meu leito ainda dormia quando senti em perfume de flores do campo frescas como apos uma chuva leve de verão e ouço estranhamente uma voz doce a me chamar pelo nome Hipnotizado por aquela sensação sinto derrepente algo tocar-me Algo parecido com uma mão feminina.. tocava-me o rosto como se quisesse acariciar-me Repentinamente esse leve toque torna-se frio e rígido como o de um cadáver fresco Desperto de meu sonho e deparo-me com uma das janelas do quarto aberta e uma silhueta esguia a observar a noite O vento balançava as cortinas e os cabelos longos da figura a frente da janela Assustado esfrego os olhos duvidando da realidade apresentada e ao abrir os olhos a figura havia desaparecido ainda mais assustado pois a janela continuava aberta e o vento a balançar as cortinas já se passava a densa madrugada e o sol começava a rugir no horizonte vesti-me e desci as escadarias ... fui direto ao jardim... onde os raios mas leves e sutis iluminavam a manha e as flores por esta falha a luz passava notoriamente com se houvesse uma porta uma pequena porta levanto-me calmamente do banco em que encontrava-me sentado e dirigi-me a falha que eu avistara há pouco e descubro uma abertura no solo com uma escada no chão q descia até a porta por onde os raios do sol passavam encontro lá uma porta entreaberta feita de madeira já corroída pelo tempo com uma pesada fechadura antiga e enferrujada empurro vagarosamente a pesada porta a mesma range ruidosamente deparo-me com um jardim abandonado coberto de folhas arrancadas pelo outono e galhos secos estirados sobre bancos uma mesa posta como a de um casamento q não se realizou xícaras, pratos, talheres, copos, e até uma garrafa de vinho ainda fechada, tudo fora deixado com se acabassem de sair intacto como se todos os convidados desse casamento ou festa houvessem saído a poucos instantes porem os utensílios sobre a mesa tinham um aspecto de ruína sobre a mesa havia uma escultura de dois noivos aparentemente apaixonados onde se lia duas iniciais H e A mais adiante do jardim abandonado havia uma clareira com uma fonte no meio decidi ir até esta fonte cruzei o espaço onde se encontrava a mesa em ruína e andei até a fonte observava a bela escultura no topo da fonte quando noto um portão enferrujado e antigo estrategicamente posto em uma extremidade da clareira contudo mesmo antigo o portão não correspondia a época dos outros objetos do jardim e da própria casa parecia ser mais antigo e apesar de ser um portão não se conseguia ver o que o mesmo guardava havia uma escuridão densa como se houvesse um muro ou alguma construção no local então decidi ir ver o que o velho portão ocultava caminhei até o portão e notei que a fechadura havia sido estourada e havia uma corrente pesada para q o mesmo permanecesse trancado então coloquei minha mão sobre a corrente a fim de puxá-la e destrancar o portão assim q coloquei a mão sobre a corrente ouvi uma musica tocada por uma orquestra virei-me e vi o jardim da fonte como se houvesse voltado no tempo havia pessoas dançando e a mesa em ruínas também estava impecavelmente bela e com um belo bolo de casamento perfeitamente decorado espantado retiro a mão da corrente e perco os sentidos.