sexta-feira, 31 de agosto de 2007

A comunidade de um amigo muito importante.. visitem pliz.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

‘’Perdida em teus abraços afogo-me em teus beijos por breves momentos que logo se passaram a morte dos dias que trouxeram-te levaram-te também meu coração partiu em teu peito deixando o meu vazio.... agora a solidão abraça-me por infindáveis dias pelas horas que torturam-me.... apenas tua lembrança em meus sonhos atravez das noites que se despedirão ao amanhecer''.

domingo, 26 de agosto de 2007

MINHA CULPA

Desconheço os códigos dos vivos e pulo as valasos túmulos para despistar a morte.Sou no engenho do mundo a roldana que não faz esforço algum: – basta o vento tocar em mim. A quem pertenço? – Não sei. Nenhum tempo renovei com palavras e nem desculpas pedipelo tempo que perdi em silêncio. A morte entalha meu rosto e me falta nos ombros a canga e nos lábios a senha para ultrapassar o limiar da porta. No engenho do mundo sou unia dor gravada nos dentes das sentenças:– sou culpado.

O que querem de mim?

O que querem de mim? Os que olham, flerte. Os que choram, ombro. Os que sonham, dia. Os que tocam, pele. Os que ouvem, lábia. Os que calam, beijo. Os que pedem, nunca. Os que somem, busca. Os que medram, rua. Os que fingem, nojo. Os que inquirem, jogo. Os que provocam, ato Os que contestam, fato. Os que perdem, mapa Os que agridem, tapa. Os que perseguem, caça Os que vislumbram, graça Os que domam, força. O que provam, gosto. Os que viajam, porto. Os que desejam, sexo Os que amam, nexo...

Sem rumo

"Sem rumo” Ando perdido nesta vidaSem rumo, sem sentidoTenho medo,Medo de sonharMedo de lutarMedo que tudo me leve ao fim. Atormenta-me não saber o que fazerAtormenta-me não conseguir fazer as coisas mais banaisAtormenta-me…Não ter forças para lutarOu…para parar de sonhar. Sinto o peso da solidãoNo meio deste mundoAndo perdido…Querendo outra vidaTalvez mais coloridaOnde o sonho e o amorSejam mais que uma utopiaESTOU SÓ...CANSADO E SÓ

Wish

''No silencio das noites enquanto os mortais
repousam na quietude de seus sonhos eu vejo na lua uma melancólica lembrança vejo meus desejos tornarem-se nuvens tão densas capazes de cobrir a própria lua simples desejos que procuram um lugar para se tornarem reais mas em suas tentativas dolorosas de lutar caíram ao chão procuram agora um lugar para se recompor e talvez tornarem-se sonhos''.

DIAS SOMBRIOS

DIAS SOMBRIOSMeus dias se converteram em trevas,É como se não houvesse um cuidado sequer sobre mim.Estéries e banidos são os meus dias pela negra noiteDo crepúsculo matutino ao lusco-fusco da tarde;Há quase uma eterna e lúgubre escuridão sem fim.Elementos sombrios cobrem as nuvens que passam,A fim de que não resplandeça a luz do meu dia.São trevas medonhas a sombra da morte fria;que paira frente as minhas pálpebras, turvando-me os olhos da alva;Roubando todos os meus sonhos, tirando de mim, a minha alegria.Não há regaço que acolha-me a alma em horas tão sombrias,Ou braços que acalente-me me fazendo repousar;Talvez para mim ainda haja algum lugar de eterno descanço,E nessas horas de tamanho desencanto, nesse teu negro manto;Quem sabe tu, ó morte! Vems me buscar.

''Tenho em meus dias a esperança de um dia encontrar-te
alem de minhas lembranças
ouço da chuva os segredos que um dia deixei fluir
minha dor faz-me definhar
mas ninguém pode ouvir-me estou longe demais da realidade
e as verdades aqui cortam-me a sanidade
talvez meus sonhos sejam em vão
então caminha por entre meus pedaços e temores
bebendo ilusão pois tento matar minha sede por realidade
e a cada manhã percebo que a dor é maior a cada queda
que antes me fazia mais forte
aprendi a morrer a cada novo dia
pois agora vejo depois de tanto tempo meu sonho
apodreceu''.

O MEDO

MedoÉ Saber e não dizer,É caminho de ida sem volta,Árvore tosca sem raízes.São crianças de sorrisos infelizesHomens que não gritaram a sua revolta,Escrever sem saber ler.MedoÉ ter um dia conhecido a coragem,Amar porque uma vez se odiou,Fechar os olhos à realidade.É dizer sim quando é não de verdadeCalar uma palavra que se roubou,Dizer que o amanhã é miragem.MedoÉ estar vivo,Morrer um pouco aqui, outro aliOlhar em redor e ver... nada.É sentir esta vida paradaEsquecer de me lembrar de ti,É não saber para que sirvo.O MEDO!!!!!!!

Tempo!

Sinta:o relógio parou o tempo.EnxergaQue o tudo éuma coisa só.Repara:É o bucolismoque me toma de sobressalto.Pára.Paira no ar como a brisa anunciadorado fim dos tempos.Fala!Mas, alto que talvez Deus escuta- se ele não for feito de nós.Reza.Tuas vãs repetiçõeshipócritas- não há pecado que seja perdoadopor quem não entende.Insiste.O medo é a correnteque nos prendeao que vai abaixo do chão:miséria.Grita!Porque a vida passadurante nossa espera pelo amanhãque nunca vem.Desiste,Então.Porque o coraçãopreenche a boca.SuspiraAntes do sufoco,do engasgo.Morra,Antes do fim.

O senhor do medo

Por que pareces tão assustada? Minha aparência te espanta? Meus olhos te prendem ao chão? És uma mosca presa à teia Um pobre rato que se encanta Ao ver a morte anunciada Nas pupilas da serpente Tu, minha criança Não és nada para mim Abre a tua mente E acorda deste sonho tolo Vou te presentear com um dom Que não pode ser comprado Nem com todo teu ouro Um presente que não se pode roubar E nem se ganha de herança Olha a vida ao teu redor Homens que vendem suas almas Ou que lutam por nobres causas Para que um dia sem aviso A foice venha e os leve embora E no esquecimento eles cairão Em suas vidas curtas e sem sentido Seus feitos se apagarão Mas tu, minha criança Terás outro destino Tua vida será minha Teu coração irá murchar E tu acordarás novamente Esquecerás tudo que tinhas Esquecerás tudo que sente Pois terás a eternidade à tua frente Não me tema, pobre rato Pois em breve, como eu Também serás uma serpente.

Lembro-me

'' Lembro-me....
e nessas lembranças procuro meus sorrisos
dos dias em que a dor adormeceu
breves dias em que não existia tempo
belos momentos em que nada mais existia
e nesta solidão eu lembro...
minhas memorias me parecem tão reais
assim como a dor que sinto
tua voz ecoa neste vazio
e se repete como uma melodia incessante
meu canto tornou-se uma lamúria
a canção que embala meu sono é a mesma que me lembra que a tempos a dor despertou
e eu apenas lembro-me ''.