domingo, 26 de agosto de 2007

DIAS SOMBRIOS

DIAS SOMBRIOSMeus dias se converteram em trevas,É como se não houvesse um cuidado sequer sobre mim.Estéries e banidos são os meus dias pela negra noiteDo crepúsculo matutino ao lusco-fusco da tarde;Há quase uma eterna e lúgubre escuridão sem fim.Elementos sombrios cobrem as nuvens que passam,A fim de que não resplandeça a luz do meu dia.São trevas medonhas a sombra da morte fria;que paira frente as minhas pálpebras, turvando-me os olhos da alva;Roubando todos os meus sonhos, tirando de mim, a minha alegria.Não há regaço que acolha-me a alma em horas tão sombrias,Ou braços que acalente-me me fazendo repousar;Talvez para mim ainda haja algum lugar de eterno descanço,E nessas horas de tamanho desencanto, nesse teu negro manto;Quem sabe tu, ó morte! Vems me buscar.

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